segunda-feira, 6 de julho de 2026

QUEM SOMOS

Quem Somos

O Centro Especializado no Tratamento de Enxaqueca, encontra-se também empenhado em promover a conscientização sobre a doença neurológica mais comum no mundo, a enxaqueca. A enxaqueca acomete 1 em cada 7 pessoas no planeta e, junto com outras cefaleias, é uma das principais causas de incapacidade no mundo. Apesar de amplo impacto, a enxaqueca ainda é muito subestimada, subdiagnosticada, e subtratada.
Sigam nossas páginas na rede social que sempre estaremos divulgando mais informações sobre este grande mal. 
Segundo dados da OMS, a população mundial em Abril de 2019 foi estimada em 7,7 bilhões de pessoas, a prevalência de Enxaqueca gira em torno de 11%. 
Seguindo estes números são 874 milhões de seres humanos padecendo de Enxaqueca. Somente no Brasil são cerca de 30 milhões de pessoas.
Estamos comprometidos com a causa de milhões de pessoas, e esta é a principal missão do Centro Especializado no Tratamento de Enxaqueca (CENTE), uma clínica médica que trata há décadas de uma das formas mais frequentes de dor, que é a Enxaqueca. 
Agende sua consulta através do site: www.cente.net.br ou pelo Whatsapp: 12.99639.6964
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segunda-feira, 25 de maio de 2026

ANVISA APROVA NOVO MEDICAMENTO PARA ENXAQUECA

ANVISA APROVA O PRIMEIRO MEDICAMENTO QUE TRATA E PREVINE ENXAQUECA SIMULTANEAMENTE.



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Nurtec ODT, medicamento indicado para o tratamento aqudo e a prevenção de crises de enxaqueca. A autorização foi publicada nesta segunda-feira (25/5/2026) no Diário Oficial da União.
Produzido pela Pfizer, o medicamento tem como princípio ativo o Hemisulfato de Rimegepante sesqui-hidratado, molécula que bloqueia a acão do CGRP, proteína envolvida na transmissão da dor e na inflamacão durante as crises. O comprimido é orodispersível, dissolve na boca e pode ser usada tanto no momento da crise quanto de forma preventiva, conforme orientação médica.
A Anvisa aprovou o medicamento nas apresentacões de 2, 8 e 16 comprimidos de 75 mg, com registro válido até maio de 2036. Preço e data de início da comercialização ainda não foram divulgados.
Centro Especializado no Tratamento de Enxaqueca (www.cente.net.br)
Agendamento de consulta através do WhatsApp: 12.99639.6954 (Taubaté/SP)

sábado, 16 de maio de 2026

Depoimento de um sofredor de Enxaqueca

DEPOIMENTO DE UM SOFREDOR DE ENXAQUECA

Paciente Hezrom Vieira Cortês, 49 anos (da cidade de Cruzeiro/SP) fez este depoimento durante uma consulta:
"Tenho Enxaqueca desde criança, sofri muito com as dores de cabeça quando apareciam.
Tomei vários medicamentos, fiz alguns tratamentos sem sucesso.
A partir do momento que iniciei o tratamento com Emgality (Anticorpo Monoclonal anti-CGRP) prescrito pelo Dr.Fernando Ortiz, juntamente com uma rigorosa dieta proposta, hoje fazem 9 meses que não tenho mais dores de cabeça, mesmo em situações de stress, não sofro mais com Enxaqueca.
Estou vivendo com ótima qualidade de vida, tudo melhorou muito. O tratamento mudou minha vida para melhor!"

Centro Especializado no Tratamento de Enxaqueca
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segunda-feira, 6 de abril de 2026

HISTÓRIA DE UMA PACIENTE COM ENXAQUECA

"HISTÓRIA DE UMA PACIENTE COM ENXAQUECA"

Paciente A.F.G., 37 anos, residente em Ribeirão Preto, foi o retrato fiel do porque de as pessoas não melhorarem. A dor de cabeça intensa marcou sua vida desde os 22 anos, e tudo o que havia feito até então era entupir-se de analgésicos e procurar médicos de seu convênio, que nunca dedicaram mais de 15 minutos para as consultas. O resultado dessas consultas era, invariavelmente, a solicitação de vários exames (raio X, eletroencefalograma, tomografias, ressonâncias magnéticas, etc) e a prescrição de mais analgésicos. A dor, do tipo enxaqueca, com crises intermitentes. Sempre piorava com esforços físicos de rotina, como pisar no chão de forma mais forte. Sua vida tornou-se um martírio e nenhuma atividade podia ser assumida, pois a dor sempre aparecia nos momentos mais importantes. Há 19 anos passou a ter dor de cabeça todos os dias. O tratamento que vinha fazendo no momento da primeira consulta conosco era inacreditável: tomava de seis a oito comprimidos de cafergot®, oito a dez de tylenol®, seis de neosaldina® e quatro de melhoral® quase todos os dias há quinze anos. Não obstante, ainda sentia dor de cabeça em pelos menos cinco dias na semana.
Como sempre acontece com quem abusa de analgésicos, relatou ter tentado inúmeros tratamentos sem, no entanto, suspender o consumo excessivo de seus remédios para a dor. Resultado: nunca efetivamente melhorou.Quando a avaliamos na primeira consulta, suspendemos tudo o que era utilizado por ela. Após um período inicial de seis dias sem qualquer medicação, a paciente pôde iniciar o seu tratamento diário. Para nossa alegria, no primeiro retorno à clínica, cinco semanas depois, já apresentava vários dias sem sinais de dor. Hoje, A.F.G., faz uso regularmente de medicações profiláticas e leva uma vida normal, tendo retornado ao trabalho e redescoberto o lazer e a qualidade de vida.
Sofre de Enxaqueca, você também? Agende sua consulta no Centro Especializado no Tratamento de Enxaqueca: www.cente.net.br
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segunda-feira, 30 de março de 2026

ENTENDENDO A ENXAQUECA

ENTENDENDO A ENXAQUECA!

A dor de cabeça é uma das queixas mais frequentes na prática médica do dia-a-dia e constitui um importante problema de saúde pública no mundo inteiro. Estima-se que mais da metade da população apresenta algum tipo de cefaleia em alguma fase da vida. Esse tipo de queixa constitui uma das causas mais freqüentes de absenteísmo, e seu impacto socioeconômico é muito grande.
Nas últimas décadas houve avanços significativos no estudo das cefaleias, principalmente no que tange aos mecanismos fisiopatológicos, fatores etiológicos e à abordagem terapêutica.Há mais de 200 tipos diferentes de cefaleia conhecidos e o capítulo do diagnóstico diferencial dessa queixa é um dos mais ricos da medicina.
As cefaleias podem ser desdobradas em primárias e secundárias, sendo a enxaqueca ( ou migrânea) uma das cefaleias primárias mais frequentes.

Definição

A enxaqueca é uma forma de cefaleia crônica primária que pode ser definida como uma reação neurovascular anormal que ocorre num organismo geneticamente vulnerável e que se exterioriza, clinicamente, por episódios recorrentes de cefaleia e manifestações associadas que geralmente dependem de fatores desencadeantes. Essa definição, embora incompleta, tem o mérito de incorporar dois fatores fundamentais da enxaqueca: o endógeno(genético) e o exógeno(ambiental). Quando ocorre a conjugação desses fatores pode exteriorizar-se a crise enxaquecosa. Embora a enxaqueca seja um quadro crítico, em certos pacientes ela pode ser mais abrangente configurando o chamado episódio enxaquecoso que evolui em cinco fases: sintomas premonitórios, aura, fase álgica(cefaleia e manifestações associadas), resolução da fase álgica e quadro pós-crítico ou de recuperação.
O caráter genético da enxaqueca é inquestionável embora em muitos casos seja ainda impreciso. O histórico familiar da enxaqueca muitas vezes constitui um pré-requisito para o diagnóstico. A frequência do quadro enxaquecoso em algumas famílias sugere uma transmissão do tipo dominante. A frequência da enxaqueca em gêmeos idênticos é maior do que em gêmeos fraternos. Algumas formas de enxaqueca não têm um padrão genético estabelecido e podem obedecer a mecanismos multifatoriais.
Os fatores exógenos ou ambientais podem atuar como desencadeantes da crise. Eles são diversificados e entre os principais podem ser mencionados: distúrbios emocionais (ansiedade, depressão , irritabilidade...), modificações do ciclo vigília-sono ( excesso ou privação de sono), ingestão de determinados alimentos (chocolate, queijos maturados, produtos defumados, uso de glutamato monossódico, como tempero, presença de conservantes químicos em certos alimentos), ingestão de bebidas alcoólicas ( principalmente vinho tinto), jejum prolongado, modificações hormonais ( menstruação, uso de anticoncepcionais, reposição hormonal), exposição a odores fortes(perfumes, gasolina, creolina...), exposição a estímulos luminosos intensos, exercícios físicos intensos ou prática esportiva, viagens aéreas longas, altitudes elevadas, movimentos de aceleração da cabeça e outros.A importância de alguns desses fatores pode ser superestimada pelo paciente, razão pela qual eles devem ser melhor avaliados.

Idade, sexo e frequência

A enxaqueca costuma ter início na infância, adolescência ou nos primórdios da idade adulta, embora possa ocorrer em períodos mais tardios da vida. O pico de prevalência é atingido entre os 30 e 45 anos. Na puberdade há ligeira predominância nos meninos, entretanto, após esse período, há nítida predominância no sexo feminino. A enxaqueca é altamente prevalente e estima-se que atinja 12% da população, sendo mais frequente na mulher na razão de 3:1.

Quadro clínico

A enxaqueca sem aura é a mais frequente na prática clínica e representa aproximadamente 70% das formas apresentadas. Pode ser definida como cefaleia idiopática, recorrente, manifestando-se por crises com duração de 4 a 72 horas. Do ponto de vista clínico, a dor costuma apresentar, localização unilateral, pulsátil, intensidade variável (fraca, moderada, forte, muito forte), sendo exacerbada pelas atividades físicas de rotina e costumam fazer parte da crise náusea e/ou vômitos, fotofobia,fonofobia e osmofobia. Os critérios para a caracterização da crise enxaquecosa exigem a presença de pelo menos uma das manifestações associadas (náusea, vômito, fotofobia, fonofobia e osmofobia). O diagnóstico de enxaqueca exige que o paciente tenha no mínimo, cinco crises que preencham os critérios considerados.
A enxaqueca com aura é menos frequente e representa aproximadamente de 20% a 30% das formas clínicas de enxaqueca. Essa forma é caracterizada pela presença de aura, exterioriza-se por manifestações neurológicas reversíveis que sinalizam comprometimento do córtex cerebral ou do tronco encefálico. A aura costuma durar de 5 a 20 minutos, mas pode chegar a uma hora. A crise enxaquecosa tem início com a aura (precedida ou não por uma fase prodrômica) e sucedida ou interpenetrada pela fase álgica, que se instala nos minutos subsequentes, geralmente de 15 a 20 minutos após o início da aura. A aura pode ser visual (a mais frequente), sensitiva, motora ou ser traduzida por distúrbios de linguagem. Com certa frequência as auras são mistas.
Para confirmar o diagnóstico de enxaqueca com aura é preciso que o paciente apresente, pelo menos, duas crises que preencham esses critérios. Habitualmente, a fase álgica desse tipo de enxaqueca é mais curta: 4 a 6 horas, podendo, entretanto, ser prolongada e atingir 72 horas. Alguns enxaquecosos podem apresentar as duas formas clínicas.

Diagnóstico

O diagnóstico da enxaqueca é clínico, não havendo marcadores biológicos para confirmá-lo. Mesmo outros exames complementares (registros gráficos, exames de imagem TC ou RNM, ou angiografia cerebral) não contribuem para firmar o diagnóstico, sendo, entretanto, úteis para o descarte de patologias estruturais que provocam cefaleia semelhante a enxaqueca.A avaliação de um paciente com cefaleia depende fundamentalmente de uma história cuidadosa e de exame clínico pormenorizado portanto é imprescindível a Anamnese , que é uma palavra derivada do grego e significa nova lembrança .Descrita assim por Alan Feinstein : “ A Anamnese , o procedimento mais sofisticado da medicina é uma técnica de investigação extraordinária , em pouquíssimas outras formas de pesquisa científica o objeto observado fala.”
O diagnóstico diferencial da enxaqueca deve ser feito com outras cefaleias primárias: cefaleia tipo tensional episódica, cefaleia em salvas, hemicrania contínua ,etc. Particularmente na enxaqueca com aura deve ser considerado o diagnóstico diferencial com manifestações epiléticas e com os ataques isquêmicos transitórios.

Tratamento

O tratamento desse tipo de cefaleia deve ser personalizado: isso significa que devemos tratar o enxaquecoso e não a enxaqueca. O manejo terapêutico desse doente requer uma abordagem abrangente, levando em conta seu perfil psicológico, seus hábitos de vida, a presença de fatores desencadeantes, o tipo de crise e a sua frequência, duração e intensidade. É importante considerar no tratamento as medidas gerais e as medidas farmacológicas. Deve-se explicar ao paciente, em termos acessíveis, o que é a enxaqueca e o que pode ser feita para tratá-la. Evitar fatores desencadeantes, desde que detectados, é muito importante no êxito do tratamento.
O tratamento farmacológico do enxaquecoso deve ser feito sempre por médico especializado no tratamento de cefaleias, entretanto, somente 60% dos pacientes procuram auxílio especializado e muitos apelam para a automedicação ou aceitam a recomendação do balconista da farmácia ou de um vizinho ou de um colega de trabalho, também sofredor do mesmo mal. Os riscos desse comportamento são óbvios: efeitos adversos das drogas, cefaleia crônica diária pelo uso regular de analgésicos e a não realização do tratamento profilático.
O tratamento farmacológico pode ser desdobrado em sintomático (tratamento da crise) e profilático.
Os recursos farmacológicos incluem medicamentos não-específicos (analgésicos comuns, analgésicos narcóticos, anti-inflamatórios não-esteroides), medicamentos específicos (derivados ergóticos) e medicamentos específicos e seletivos (triptanos). Com exceção dos triptanos, aos demais medicamentos devem se associar drogas adjuvantes ( metoclopramida, domperidona, cafeína), com o objetivo de combater a náusea e o vômito e de melhorar a absorção gástrica.
O tratamento crítico da enxaqueca requer algumas orientações que devem ser repassadas ao paciente. O uso de analgésico deve ser feito no início da crise, comumente associado a drogas gastrocinéticas e antieméticas. Se sintomas como náusea e/ou vômito são de instalação precoce nas crises, devemos evitar as drogas de apresentação oral e utilizar formas alternativas de apresentação ( supositório, spray nasal , ampolas, comprimidos sublinguais ou disco liofilizado).
Nas formas fracas e moderadas dá-se preferência a analgésicos comuns (ácidos acetilsalicílico, paracetamol, dipirona), aos anti-inflamatórios não-esteroides (naproxeno sódico, ibuprofeno,nisulide,cetoprofeno,etodolaco...). Os analgésicos narcóticos (codeína, derivados da morfina) devem ser evitados, mas poderão ser utilizados na gestante enxaquecosa e como medicação de resgate. Nas crises fortes ou muito fortes, ou quando o pico de dor é rapidamente alcançado, deve-se lançar mão de drogas mais potentes no combate à dor ( derivados ergóticos, triptanos). Deve-se sempre respeitar as contra-indicações dos medicamentos antienxaquecosos.
O tratamento profilático deve ser feito tendo em mira vários objetivos: aliviar o paciente do sofrimento e com isso melhorar a sua qualidade de vida; evitar a sua incapacidade temporária (física e intelectual) e evitar o uso prolongado e, às vezes, abusivo de analgésicos, que além de efeitos adversos (potencialmente perigosos) podem induzir um quadro de cefaleia crônica diária.
Os critérios fundamentais para a instituição do tratamento profilático são: frequência, intensidade e duração das crises. A conduta preconizada para iniciar esse tipo de tratamento é a ocorrência de, pelo menos, uma a duas crises/mês, entretanto, crises de longa duração ( dois a três dias) e de grande intensidade podem justificar um tratamento de manutenção, mesmo com crises mais espaçadas.
As drogas profiláticas de primeira escolha são os bloqueadores de canal de cálcio, os betabloqueadores e os antidepressivos tricíclicos(amitriptilina,nortriptilina); também são eficazes o maleato de metisergida, o pizotifeno e o divalproato de sódio e o topiramato. Das cinco classes dos bloqueadores de canal de cálcio, o único comprovadamente eficaz é a flunarizina e dos bloqueadores beta- adrenérgicos, o mais eficaz é o propranolol e o atenolol. Os inibidores de MAO são também eficazes, mas, em virtude de seus efeitos colaterais e interações medicamentosas e/ou alimentares, são pouco usados. Outras drogas são de baixa eficácia ou de eficácia duvidosa (verapamil, fluoxetina, ciproeptadina, gabapentina, etc.). O toxina botulínica vem sendo utilizada no tratamento profilático da enxaqueca.
O tratamento profilático deve ser feito, na medida do possível, em regime de monoterapia e excepcionalmente com drogas associadas. A estratégia é tratar o paciente de modo intermitente, com períodos de “cura” de 6 a 12 meses ou mais.

Fonte:“Cefaleias Primárias: Aspectos Clínicos e Terapêuticos”.Fernando Ortiz; Edgard Raffaelli Jr e col. ( 2ª Edição). São Paulo: Editora Zeppelini, 2002.

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terça-feira, 10 de março de 2026

DICAS PARA ENFRENTAR A ENXAQUECA

DICAS PARA ENFRENTAR A ENXAQUECA 

 A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça que pode ser muito debilitante e afetar significativamente a qualidade de vida de uma pessoa. O tratamento da enxaqueca pode envolver abordagens farmacológicas e não farmacológicas. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar a tratar a enxaqueca:

• Identifique e evite os gatilhos: Algumas pessoas têm enxaquecas desencadeadas por certos alimentos, estresse, mudanças no clima ou outros fatores. Identificar e evitar esses gatilhos pode ajudar a reduzir a frequência e a intensidade das enxaquecas. 

• Estabeleça uma rotina de sono regular: Dormir o suficiente e manter um horário de sono consistente pode ajudar a prevenir enxaquecas. Tente dormir por cerca de sete a oito horas por noite e acorde e durma na mesma hora todos os dias. 

• Gerencie o estresse: O estresse pode desencadear enxaquecas em algumas pessoas. Encontrar maneiras de gerenciar o estresse, como meditação, ioga ou exercícios de respiração, pode ajudar a reduzir a frequência e a intensidade das enxaquecas. 

• Use medicação: Vários medicamentos podem ser usados para tratar a enxaqueca, incluindo analgésicos, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), triptanos e principalmente medicamentos preventivos. Fale com o seu médico para saber qual medicação é adequada para o seu caso.

• Mantenha um diário de enxaqueca: Manter um diário de enxaqueca pode ajudar a identificar padrões e gatilhos. Anote quando a enxaqueca ocorre, o que você estava fazendo na época, o que você comeu e quaisquer outros fatores que possam ter contribuído para a enxaqueca. Com essas informações, você e seu médico podem trabalhar juntos para encontrar maneiras de prevenir ou tratar a enxaqueca. Agende sua consulta no Centro Especializado no Tratamento de Enxaqueca (www.cente.net.br) através do Whatsapp: 12.99639.6954.

quinta-feira, 5 de março de 2026

Novo medicamento para Enxaqueca

NOVO MEDICAMENTO PARA ENXAQUECA 

Aprovado no Brasil pela Anvisa o Emgality (galcanezumabe) da Eli Lilly e distribuído pela Libbs é indicado para a prevenção de Enxaqueca em adultos que apresentem pelo menos quatro dias de enxaqueca por mês. Em formato de caneta aplicadora, a terapia é composta por uma injeção subcutânea autoadministrável, uma vez por mês, com uma dose de ataque de 240 mg inicialmente. A caneta é descartável, possui uma agulha de pequeno calibre e não visível, com dose única de 120mg.

Finalmente, surge uma nova esperança para os sofredores de Enxaqueca. E a grande novidade é que o medicamento já esta  disponível para comercialização podendo ser adquirido mediante apresentação de receita médica. 

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